segunda-feira, 28 de junho de 2010

Presente de um lindo domingo de 'Sol' !

Ontem pela manhã (27/06/2010) enquanto preparavamos o almoço, fomos pegos de supresa por uma imagem fascinante,  a  Sol, nossa gatinha predidela, cansada de tanto esperar, procurou por um lugar onde pudesse descansar, e achou, passou horas e horas enroladinha dentro de um vaso de planta, o vaso, vazio é claro. E o cachorro latia, o outros gatinhos na volta dela, a nossa conversa, a música, o barulho de carro, e nada a fez acordar. Que mimosa, tirava um sono que talvez nem em 'sonho' um ser humano que passa por um dia puxado consiga tirar. Os animais são realmente diferentes de nós, mas são especiais. Pelo menos pra mim, que tenho quase um zoológico em casa. Me sinto a vontade perto deles, de qualquer raça, com toda ou qualquer beleza, limpinho ou sujo, de estimação ou esses que encontramos na rua. São todos especiais, todos...
          

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."(Albert Schweitzer)

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Pescador de Amor


       Desde pequena, sempre fui muito apegada aos meus ‘avôs’. Tínhamos uma amizade invejável pelo resto da família, ‘Como esses três podem ser tão amigos?’ era a pergunta mais escutada nos almoços familiares. Éramos um grude só, companheiros pra tudo, sempre. O ‘vô’ Vero, como todos costumavam chamá-lo, tinha eu e as minhas manas de neta, já o ‘vô’ Donato, o mais ‘divertido’ que eu já conheci, tinhas mais 5 netos, mas eles quase não se viam, moravam longe. Hoje em dia, não tenho nenhum dois mais aqui comigo, foram para o céu, guiam meus passos e iluminam meu caminho lá de cima. Mas quando eu sinto saudade, lembro das tantas vezes que ficamos juntos, das vezes em que nos escondíamos, simplesmente pra deixar as ‘vós’ loucas, e sempre dizerem que eles, só sabiam me ensinar a bagunçar, dos acampamentos, viagens e pescarias. Lembro de uma, a mais especial.

       Era um domingo, como qualquer outro, a diferença é que estávamos a caminho do ‘Sítio do Vô Vero’, como era conhecido, e o encontro da família sempre era feito desta forma, nos encontrávamos sempre aos domingos, lá ‘fora’. Meus pais, a ‘vó’ e o ‘vô’ e eu, saímos cedinho da cidade, com mil e um planos. Eu e o ‘Vô’ Donato passamos a viajem toda de cochicho, e a ‘vó’ do lado, já estava uma ‘fera’. Ao chegarmos lá,o ‘Vô’ Vero, já nos esperava pronto pra pescar. Pegamos os apetrechos e seguimos contente rumo ao açude. Eu, por incrível que pareça, levava uma cesta de delicias, que a vó havia preparado pra nós. Era uma alegria total, um gritava mais alto que outro, até o ‘vô’ Donato, inventar de dizer que ele ia pegar o maior peixe o maior de todos que já haviamos visto, mas pra que que foi, o Vero ficou uma fera, ‘onde se viu uma coisa destas’ repetia furioso. Disse que não tinha como ser tão grande.
      Ao chegarmos lá, montamos nosso breve acampamento, montamos as linhas, os caniços e os três banquinhos. Começamos a pescar e finalmente os dois pararam de brigar por caua do tamanho do peixe. Passou uma, duas, três horas, quando eu vi um barulho estranho, tinha peixe na linha, peguei o primeiro. Eles sabiam que isso mais cedo ou mais tarde ia acontecer, sabiam que sempre fui sortuda pra pescaria. Mais umas horas e bateu a fome, com o grande silêncio, podiamos escutar o ronco de fome das nossas barrigas. Servi o Suco de Maracujá, o bolo de Laranja a Bolacha com Goiaba, tanta coisa boa, que até se distraíram. E foi nesta destração que a linha quase cortou o dedo do ‘vô’ Donato com uma puxada. ‘É peixe grande’, disse o ‘vô’. O Vero riu, disse o vô era um fiasquento, que não tinha peixe tão grande assim.
     Quando o ‘maledito’ saiu da água que podemos ver que era grande mesmo. Tinha uns 9kg, não acreditamos quando vimos o peixe,era lindo mesmo. Bem que ele disse que ia pegar o maior, e coitado do Vero, não pegou nenhum, indignado. Se aproximava a hora do almoço, e decidimos voltar pras ‘casa’. Enquanto voltavamos, admiravamos a paisagem daquele lugar, era primavera, e as flores coloriam o campo, roxas, rosas, amarelas, não importava a cor, deixavam tudo mais lindo, mais inspirador, fascinante. Quando chegamos em casa, guardamos os peixes, tomamos banho e fomos almoçar, já nos esperavam, e mais um dia de domingo foi incrivelmente feliz pra mim, mesmo com algumas ‘invenções’ de pescador.
      E hoje, quando eu lembro, deste e dos tantos outros dias que eu tive o maravilhoso prazer de passar ao lado deles, vejo a importancia que tinham. Foram grandes homens na minha vida, duas pessoas que me ensinaram as maiores lições que um dia eu pude aprender. Dois Seres Humanos, que lutaram até o ultimo momento para viver, porque gostavam e eram felizes. Como disse, me protegem de algum lugar do céu, e me incentivam cada dia, a ser uma pessoa melhor. Hoje são as minhas lembranças, e serão a minha eterna saudade.

P.S para os dois homens mais importantes na minha vida, 
Donato Martins de Freitas e Severiano Gonçalves Duarte.



Emanuelle Freitas Duarte

Um amigo, que deixará muita saudade...

A população lourenciana anoiteceu triste e menos poética na segunda-feira dia 21 de Junho , perdemos com profundo pesar o grande amigo Sr. Sérgio de Laforet Padilha. Grandioso poeta que transcrevia em pequenas linhas, as mais belas e inspiradoras histórias de amor, contista consagrado nos mais conhecidos concursos literários, declamador incompáravel, companheiro de lutas e batalhas em prol da educação e do conhecimento dos lourencianos. Insaciável colecionador, que sempre buscou por novidades em uma de suas muitas coleções, a de canoas, que eram guardadas cuidadosamente por ele, em seu acervo, conhecido por Acervo Tamandaré. Incansável pesquisador da história dos fazeres e saberes, um visionário da cultura, que já nos deu a honra de ser um dos patronos de nossa Feira do Livro, incrementando com seu conhecimento as manifestações artisticas da nossa cidade. Contudo, sua arte continuará, a partir do legado de suas muitas obras literárias e dos seus acervos. E como deixou em registrado em seu livro 'Saudade', lançado em 2007 … Falar de Saudade é fazer poesia... '' é lembrança de fatos marcantes/ e de gente querida/ de um quarto discreto/ de uma noite de amor/ de uma confissão custosa/ e necessária/ de um teatro repleto/ de um estádio em delírio/ de um baile encantado/ que nos transportou/ … (Finalmente).

Dos amigos da Casa de Cultura de São Lourenço do Sul.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tempos de Amor


   Por meados do ano de 1835, vivia na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, Manuela Maria Ribeiro. Moça bonita, de cabelos longos, olhos negros, pele clara e com um sorriso contagiante. Era prometia, desde pequena, a um rapaz de boa família, conhecida na região. Mesmo sonhando, como toda jovem, em encontrar um príncipe, nada mais podia fazer, a não ser aprovar o que havia sido imposto pelos seus pais. Pensava assim até conhecer Raphael Caetano da Silva, moço de belo porte, olhos claros e brilhantes, assim como o sol, e com uma sede de viver admirável. Ele vinha de família humilde, com algum pedacinho de terra, viviam basicamente da agricultura, e venda do charque. Estudou muito, e voltou da capital formado, em medicina, não trabalhava profissionalmente, apenas quando ia a casa ‘dos’ Ribeiro, para cuidar de alguém amolado pelo rigoroso frio do sul.
    E foi exatamente, em uma dessas idas a charqueada, que cruzou seus olhos pela primeira vez, com os de Manuela, diziam os peões que estavam por perto, que foi a coisa mais linda que se pode ver. Depois daquele dia, nada mais seria igual, dois jovens, começando a viver um lindo e intenso amor. Amor proibido, pois a família Ribeiro não achava correto uma moça desmarcar um compromisso, assim, de uma hora para outra, principalmente por um encantamento, uma paixão, coisa de jovem, como diziam ser. Mesmo assim, passaram a se encontrar escondidos, na beira do rio, perto da cachoeira, todos os dias, onde passavam os melhores momentos, que somente quem ama, consegue entender. E em um desses encontros decidiram fugir, não se importavam nem com a guerra, que começava a eclodir no pampa gaúcho. Em uma manhã fria de agosto partiram, e deixaram apenas uma carta, onde tudo explicavam, partiram rumo a Piratini, iriam viver por um tempo indeterminado, no sitio de uns tios de Raphael.
    Ficaram por lá, 4 meses, Manuela ajudava na casa e nos bordados, já ele ajudava o tio na lida, além de fazer consultas pelas redondezas. Os Ribeiro, sabiam do paradeiro da filha, e foram atraz, dispostos a voltar com os dois. E foi o que fizeram, ao se encontrarem, a família de Manuela, prometeu aceitar o amor dos dois, pois nada podiam fazer com um sentimento tão forte quanto este. Raphael e Manuela quando chegaram a Charqueda, foram correndo em direção ao rio, dois loucos amantes, tão novos, tão certos dos seus sentimentos.
   Mas o final da história, ninguém mais soube contar, apenas disseram que os dois eram felizes. É injusto programar ou planejar um final para esta história, tão linda, tão verdadeira, tão cheia de viço. Se você quiser sonhar com o final, sonhe, pois todos que amam, tem criatividade suficiente para fazer um belo e empolgante. Quem ama, tem sempre uma inspiração, pois faz dela sua principal e maior razão de viver. 
                                                                                                                        Emanuelle Freitas

quinta-feira, 17 de junho de 2010

As Impontualidades do Amor

Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.  Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.  (Martha Medeiros)


Se você  tivesse acreditado
na minha brincadeira de dizer verdades,
teria ouvido as verdades que insisto em
dizer brincando.
                             Charles Chaplim


Juventude Petista esteve no Encontro Estadual da JPT

A JPT de São Lourenço do Sul esteve presente no Encontro Estadual realizado no Sindicato dos Metalúrgicos em Canoas no último sábado(29/05/10), para debater temáticas e ajudar na construção de políticas públicas que atinjam diretamente os jovens, com isso criando uma proposta de governo Inovadora e Responsável para a Juventude do Estado do Rio Grande do Sul. Os jovens de todo o RS estão fazendo parte da construção desse novo governo, FAÇA PARTE VOCÊ TAMBÉM!


Debates estão sendo realizados através do site www.ideiasparaorscrescer.com.br. Estiveram presentes no encontro representantes dos municípios de São Lourenço do Sul, Pelotas e representações de todo o RS, entre as autoridades presentes estavam o Pré Candidato ao Governo do Estado o Ex Ministro Tarso Genro(PT), a Deputada Federal Manuela D’ Ávila(PC do B) e o Presidente do Partido dos Trabalhadores do RS o Deputado Estadual Raul Pont(PT). “MUDAMOS O BRASIL, QUEREMOS MUDAR O RIO GRANDE”.

                                     


AMORES DE OUTONO

Era uma tarde de outono,

Daquelas onde as folhas caem cadenciadamente,
Quando trocam os galhos mais altos pelo chão.
E deixam as ruas, com um ar de abandono.

O sol junto ao frio faz os passarinhos buscarem pelo alimento,
Pois dá provas suficientes de que o inverno será rigoroso.
E que desta vez, mais intenso do que nunca.

E quantos casais enamorados eu vi,
Que faziam juras de amor eterno,
E prometiam-se tantas coisas,
Que tanto se amavam.

Mas o amor muitas vezes,
É um complicado sentimento,
Que faz do coração, uma infinita incógnita,
E que outrora, transforma tudo em um livro aberto.

E diante de tantas belezas no mundo,
O que se torna uma magoa ou ilusão?
Nem que seja adivinhada em bola de cristal
Supera tamanhas belezas.

A dor de um coração magoado,
Ou a tristeza de amores não correspondidos,
Só faz de nós pessoas mais fortes,
E mais seguras de que um dia,
Todos podemos viver de um grande amor.

                                                                                     Emanuelle Freitas

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PIQUETE MULHER GAÚCHA

O Piquete Mulher Gaúcha foi fundado no dia 03
de abril do corrente ano, por mulheres gaúchas de coração, com a finalidade de preservar,
estudar, divulgar e resgatar a participação da mulher gaúcha na saga riograndense.  Este piquete mulheres inclui varias faixas etárias, da infância  á terceira idade, unidas pelo mesmo ideal e pelo amor á cultura gaúcha.  Esse amor  inexplicável é o nosso brilho, é o nosso diferencial é o que nos motiva a superarmos todos os obstáculos que são  colocados a nossa frente e continuarmos a cada dia vivido sustendo
este ideal, mais forte e mais presente com espontaneidade. Essas mulheres, atravez do Grupo de Danças Mulher Gaúcha,  preparam uma coreografia para os festejos de 20 de Setembro,  contando a saga das mulheres 'campesinas, gaúchas guerreiras.

domingo, 30 de maio de 2010

Galpão das Lembranças

Como foi incrível aquele momento,
fechava meus olhos e o silêncio daquele lugar,
me proporcionava escutar coisas mágicas.
Podia ouvir a melodia de cada instrumento sendo afinada,
a emoção da platéia eufórica com as apresentações,
o constante bater de um coração,
que fora apresentado ao amor pela primeira vez.

Caminhei por entre as peças do ‘galpão’,
sentindo o calor dos músicos de coração apertado,
com a ansiedade lhes saltando pelas beiradas.
O silêncio de quem avalia quem sobe ao palco,
e deles também a emoção de lembrar que um dia estiveram lá.

Lembrei de como me sentia naqueles dias,
Aqueles dias que torcia para que não acabassem.
Lembrei das vezes que recontei a numeração das cadeiras,
das vezes que subi e desci aquelas escadas.

Recordei minha felicidade ao ver grandes amigos serem premiados,
e finalmente reconhecidos.
A minha emoção de ouvir cada concorrente,
de ver a cumplicidade daquela gente toda por de traz das cortinas.

Lembrei de como gosto de sentir toda esta emoção,
de como me realizo em 'amanhecer trabalhando' pelo Reponte,
Trabalhando pela nossa cultura, colaborando de alguma forma,
No crescimento deste tão importante festival.

Lembrei do meu sorriso e também das minhas lágrimas,
quando me dei por conta de que tudo havia chegado ao fim.
Do meu sorriso de realização em saber que tudo que sonhamos havia se concretizado;
E minhas lágrimas, por lembrar que para viver todos aqueles momentos,
que considerei únicos, deveria esperar o próximo ano.

Senti exatamente a mesma emoção, do momento em que percebi,
mais uma vez, o grande presente que recebia com esta experiência.
O que aprendi, o que vivi, e o que senti, é incomparável.
Pois são experiências, palavras e atitudes, que mesmo que o mundo inteiro acabe,
Continuaram comigo, em um lugar muito importante, além desta vida!

Emanuelle Freitas

Complicada e Nada Mais - Groove Trio

http://www.4shared.com/audio/iGY0AxBY/Groove_Trio_-_Complicada_e_Nad.htm

Sabe...
nem tudo é tão assim
como você gostar de mim
como ao entardecer
ou quando o sol nascer

Um mundo mais estranho
eu sei como não saber
você aqui comigo
é ficar velho e não ver

Se tudo fosse fácil
encontrava a solução
um jeitinho, uma maneira
de trocar a confusão
mas meu mundo é você
complicada e nada mais
apenas uma forma de acabar com a minha paz

Te procuro até encontrar
te perco até chorar
te ligo até cansar
e te beijo até te amar

Mas sabe...
que tudo é tão bom
mesmo sem intenção
não saber como ficar
não saber se vai estar

O jeito é tão leve
assim é tão real
como um dia de domingo
uma manhã de carnaval

Surpresa é não ter medo
é a certeza que você
mesmo sem ter sentido
fica louca ao me ver
mas meu mundo é você
complicada e nada mais
apenas uma forma de acabar com a minha paz

Te procuro até encontrar
te perco até chorar
te ligo até cansar
e te beijo até te amar
Mas deixa de bobagem vem e vamos nos casar
vamos morar lá na praia para sempre ver o mar
eu não quero confusão, só você na minha mão
me mostra o teu amor que eu vou contigo aonde quer que você for

Outra - Groove Trio


Outra mulher,
que ainda me quer ou me quiser
desse jeito louco, que eu sou
vou procurar, em outro lugar
já nem sei o que restou
e nem me interessa saber
é dor de morrer
te querer e não poder
ahh tanto faz, quero mais te esquecer
Não, nunca mais
quero um outro cais
esse teu querer dispedaça
não quero mais
não não, nunca mais
esse teu veneno é desgraça
Não quero mais
quero outro cais
esse teu querer despedaça
não, quero mais, não nunca mais
esse teu veneno é desgraça
Outra mulher,
que ainda me quer ou me quiser
desse jeito louco, que eu sou
vou procurar, em outro lugar
já nem sei o que restou
e nem me interessa saber
é dor de morrer
te querer e não poder
Não, nunca mais
quero um outro cais
esse teu querer dispedaça
não quero mais
não não, nunca mais
esse teu veneno é desgraça



sexta-feira, 21 de maio de 2010

Destino.

Minha vida cruzou-se a tua
Em meio a poesias e canções
Instante mágico, fabuloso
Tão surpreendente quanto o destino
Teus olhos, de um brilho sublime,
o sorriso, mais encantador que uma estrela,
ou melhor, que uma constelação inteira
nas noites quentes do verão.

E a tua voz, chegava em mim como canção,
tão suave, tão serena ,
e das tuas palavras,
conseguia formar belas poesias.
A beleza daquele momento,
se ofuscou perto da tua,
E a minha unica vontade,
era ficar ali, te admirando, admirando-te simplismente!

E agora meu dias tem inúmeras razões para sorrir.
És agora a mais bela das minhas inspirações,
e faz dos meus sonhos, os mais lindos filmes amor.

E hoje sonho com o dia que te verei de novo,
fecho os olhos e moldo cada gesto,
Sonho com o momento em que vais me olhar de novo,
o momento em que vais somente sorrir pra mim.


Emanuelle Freitas

Algum Lugar

Buscava um lugar que pudesse ir
Não sabia nem onde, nem como,
Seria como um refúgio,
Daqueles que o tempo me pedia.
Fechei os meus olhos,
E num impulso sem explicação,
Ah! Que maravilha!
Era o mar, sorrindo para mim.

Podia sentir a brisa gelada,
O doce aroma de um final de tarde,
O cheiro de água, o cheiro de mar.


Paços constantes se aproximam de mim,
Meus olhos passavam por pequenas turbulências,
Alguém ousou atrapalhar aquele momento.
E a beleza do mar fugia dos meus olhos,

Ficou somente a brisa soprando,
Ficou a onda quebrando,
Ficou meu sonho,
E a fantástica realização de simplismente, fugir!

 Emanuelle Freitas

sexta-feira, 26 de março de 2010

26º Reponte da Canção

     Sou da opinião que um grande e bom presente, não precisa ser entregue em mãos, muito menos ser um corpo destes que ocupam lugar no espaço, acredito que um grande e maravilhoso presente nos é dado quando menos imaginamos.
    A 26º edição do Reponte, assim como as passadas, me trouxe muitos destes, o inicio de um projeto, o evento, a concretização de todos os planos e sonhos, de um grupo de quer fazer do Reponte, muito mais do que um festival. E o grande prêmio, a maravilhosa companhia dos 6 jurados, durante as quatro noites do festival. Nomes consagrados dentro deste mundo de poesias e músicas, conhecidos e muito elogiados. Pessoas incríveis, seres humanos muito especiais que levam o nome de nosso estado e tão bem o representam.
   Silvério Barcellos, Martim César Gonçalves, Jorge Xavier, Ivo Ladislau, Paulinho Pires e Rodrigo Bauer,
'artistas' e 'musicos' que tive muito orgulho, e uma enorme honra em conhecer. Experiência que levarei pelo resto da vida, e devo muito a todos eles, pois aprendi muito. Que eles continuem brilhando nos palcos, se consagrando em grandes festivais, mas que carreguem com eles sempre, esta simplicidade e educação. Que o 27º Reponte seja tão maravilhoso quando o deste ano, e que eu possa conhecer pessoas tão magníficas quanto conheci. Que esta amizade se perpetue e que eu possa sempre dizer, ''eu conquistei grandes amigos.''

Em especial ao Martim , um grande amigo e poeta que vive pela arte (arte, arte, arte)!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Para um grande amigo!

 Poema a Moça Que Cevou Meu Mate
                  La de alegres amizades/08

No simples gesto de hospitalidade
Nasceu a amizade sincera e sem pretenção
Entreguei a cuia dos meu sentimentos
E nesses momentos alegrou-se meu coração

Não havia palavras pra expressar o contentamento
Pois brindou o momento com tua simplicidade
Neste universo de tradições campeiras
Onde costumeiras intenções, se fazem verdade

Relampeo o brilho dos teus negros
Desafiando meus segredos para o limite do racional
Quem entende, dos caminhos que os homens fazem
Ou tão pouco trazem no seu destino de mortal

O que de fato fica, é ets a minha devoção
Ou talvez gratidão a toda tua devoção dispensada
Faltam palavras, para entender o meu agradecimento
No nascer deste sentimento, a uma prenda homenageada

Ficou preso no meu coração, um muito obrigado
Que fica calado e não se faz palavra falada
Mas nos meus simples olhos, fica estampado
Mais uma vez 'muito obrigada' ao teu carinho e a cuia cevada

                                       
                                  Alan Otto Redü

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Quando você dança, seu propósito não é chegar a determinado lugar. É aproveitar cada passo do caminho!

   A Dança nasce da necessidade
de se dizer o indizível,pois nada é
mais revelador que o próprio gesto.
   Eu danço, porque gosto, porque
me faz bem, me deixa livre, e libera
qualquer tristeza. Eu sou feliz assim,
e dançar me faz muito bem,
me deixa leve, me faz querer, fazer mais.
   Em qualquer lugar que eu danço, eu
sinto como se estivesse em um palco,
e que todas as pessoas focassem em mim, que estas
me avaliassem, e ao mesmo tempo me
admirassem! Imagino, que estou
em um grande espetáculo da Broduei.
   Dançar é sentir a levesa de um ritmo,
de uma música, é poder fazer quem te
admira dançar, recordar de algo que a ,
marcou de alguma forma.
A Dança é o melhor instrumento,
para felicidade. A Dança é o que eu gosto,
e dançar,é o que eu quero pra mim! Tenho
certeza que um dia aquele
grande espetáculo com que eu sonho, se
realizará, e eu no palco,
brilhando, irradiando felicidade,
vou fazer  muita gente se orgulhar e dizer,
ela é incrível!
    Também uma homenagem ao meu incansável,
colega e dançarino, Rodrygo Hermann Petry, que
na foto estava dividindo o palco comigo no
ESCOLARTE, coreografia:
    MÚSICA: Revivendo Emoções






                                      

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mãe!

           Apenas você tem o dom de mudar meu destino  É só me tocar com seus olhos, pareço um menino
Deitado em seu colo o mundo não me surpreende
Sou homem maduro mas na sua frente
Não sou mais que um menino....
Você tem a luz que ilumina o nosso caminho
Depois de você descobri quer não sou mais sozinho
Você é o amor que a vida me deu de presente
Sou homem maduro mais na sua frente
                                                 Pareço um menino
                                                              Você me abraça e a tristeza vai embora
                                                            A dor que existe fica da porta pra fora
                                                   A gente briga, mas é coisa que acontece
               Logo o coração esquece
                                   Porque a gente se adora
                                                                                 TE AMO .

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Enzo!

Ele o o nosso 'PACOTINHO', gremista, desde pequeno,
 é o xodó aqui da casa.
Alegra nossas tardes, e deixa aquele perfume
 depois que vai embora!

Vida

VIDA

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e puleide tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara muitas vezes”!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!

Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” pra ser insignificante.


CHARLES CHAPLIN